O SAPO E A MOSCA
Marcela Rafaela Silva de Jesus
Numa bela tarde de sol um sapo dorminhoco estava tirando seu cochilo para resolver tomar coragem e encontrar algo para comer.
Uma mosca elegante, amorosa e sabida estava passeando feliz naquela tarde linda. De repente ouve o coaxar de um sapo. A mosca pensou:
―Lá vem encrenca ... Agirei perfeitamente.
O sapo faminto pensou que comida era boa. O monstruoso bicho puxou conversa com a senhora mosca.
― Nossa, como a senhora é bela! Imagino isto na minha barriga!
― Obrigada, mas o senhor não fala assim que fico sem jeito!
A mosca sacando a conversa dele, falou baixinho:
― Nossa, não caio nessa de jeito algum!
O sapo dando de esperto insistiu falando:
― Desce aqui um pouquinho!
A sabida completou:
― De jeito nenhum.
― Desce para descansar as asas.
― Ah! Não estou cansada, imagine...
O sapo muito nervoso e cada vez mais irritado e faminto tentou mais uma vez:
―Desça...desça...desça...
― NAAAAAAAAÃO... Já falei que não...Foi você quem pediu...
O sapo arregalou seus olhos e esticou a língua...
Espere aí, vocês devem estar pensando que a mosca morreu...Mas...Não.
A mosca num golpe muito esperto Munch! chomp! engoliu o sapo e saiu tranquilamente pela floresta. Estava muito satisfeita pelo seu resultado. Foi para casa muito contente por não ter morrido num golpe muito bobo.
MORAL: Não devemos julgar os outros pelo seu tamanho de ser, porque a história poderá mudar de papel.
Marcela Rafaela Silva de Jesus
Numa bela tarde de sol um sapo dorminhoco estava tirando seu cochilo para resolver tomar coragem e encontrar algo para comer.
Uma mosca elegante, amorosa e sabida estava passeando feliz naquela tarde linda. De repente ouve o coaxar de um sapo. A mosca pensou:
―Lá vem encrenca ... Agirei perfeitamente.
O sapo faminto pensou que comida era boa. O monstruoso bicho puxou conversa com a senhora mosca.
― Nossa, como a senhora é bela! Imagino isto na minha barriga!
― Obrigada, mas o senhor não fala assim que fico sem jeito!
A mosca sacando a conversa dele, falou baixinho:
― Nossa, não caio nessa de jeito algum!
O sapo dando de esperto insistiu falando:
― Desce aqui um pouquinho!
A sabida completou:
― De jeito nenhum.
― Desce para descansar as asas.
― Ah! Não estou cansada, imagine...
O sapo muito nervoso e cada vez mais irritado e faminto tentou mais uma vez:
―Desça...desça...desça...
― NAAAAAAAAÃO... Já falei que não...Foi você quem pediu...
O sapo arregalou seus olhos e esticou a língua...
Espere aí, vocês devem estar pensando que a mosca morreu...Mas...Não.
A mosca num golpe muito esperto Munch! chomp! engoliu o sapo e saiu tranquilamente pela floresta. Estava muito satisfeita pelo seu resultado. Foi para casa muito contente por não ter morrido num golpe muito bobo.
MORAL: Não devemos julgar os outros pelo seu tamanho de ser, porque a história poderá mudar de papel.

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